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Havia uma menina chamada Nicole que tinha 7 anos. Todas as sextas-feiras era permitido levar brinquedos e jogos para a escola. E Nicole estava cheia de presentes que havia ganhado no Natal. E eram tantos, tinha uma boneca veterinária de 25 cm que ela tinha ganhado de sua avó paterna, Maria, tinha a boneca Ariel de 45 cm, que ganhou de sua prima, Letícia, que já era casada; tinha o gatinho que pulava e dançava que ganhou de sua outra avó, Caroline; havia uma boneca de 25 cm que era índia, que tinha ganhado de sua outra tia, Julia. Também uma loja de brinquedo de uma bonequinha de uns dez centímetros, que ganhou de sua outra tia Catarina, e por fim o presente de seus pais: uma boneca quase do tamanho da Nicole, de cabelos loiros, ondulados, com um vestido cor de rosa com enfeites lindos parecendo diamantes de verdade e sem falar no rosto, era mais do que lindo, parecia uma princesa de verdade. Com um monte de presentes e mais seus brinquedos antigos, ela tinha muito que levar para a escola.
Mulher vitoriosa é aquela que batalha pelos outros e por ela.
Elisa de quatro anos acordou e viu mamãe Simone olhando para a barriga. Elisa não entendeu por que, ela não estava gorda nem magra e não parecia estar com dor de barriga. Então ela levantou da cama, se sentou ao lado da mãe e perguntou:
Tudo começou quando um dia vovó estava fazendo sua caminhada e estava subindo o pequeno morro da nossa rua. Ela encontrou uma calopsita cinza. Em nossa rua tem alguns gatos, então ela pegou a calopsita e levou para nossa casa. A Marcella e eu ficamos muito felizes porque víamos algumas pessoas que tinham calopsitas e as achávamos umas gracinhas. As calopsitas são aves. Não são passarinhos como o canário, o pardal ou o bem-te-vi. São psitacídeos como o papagaio, a arara, o periquito, a cacatua... são avezinhas dóceis, mansas, carinhosas, lindas e o maior resultado de ela estar feliz com o seu carinho demonstrado, é ela demonstrar amor por você e alegria com você.
Voltando, nós duas (eu e minha irmã Marcella) pegamos ela no ombro, no braço, fizemos uma festa com a chegada dela. Quando eu fui à escola, não parava de pensar nela. Quando voltei da escola perguntei pra minha vovó:
Naquela tarde nos divertimos, não só com ela, também com outras coisas. Outro dia nós estávamos passeando para encontrar uma árvore seca para a Psita e o papai encontrou um monte de arvores secas, disse para que eu e minha irmãzinha nos afastássemos porque ele iria retirar uma daquelas árvores secas e podia ter algum bicho. Aquela árvore era para a Psita se divertir roendo a casquinha da madeira e ir escalando seus galhos secos.
Ouvíamos às vezes umas risadinhas engraçadas, mas não sabíamos de quem eram, até que descobrimos que era da Psita, quando ela estava feliz fazia um showzinho de dança e cantoria. Ela dançava batendo o bico no espelho, na parede, no chão, fazia as risadas, assoviava e como diz a minha mãe, fazia bem alto “Vi!Vi!Vi!Vi!Vi!” 





A Psita gostava mais da mamãe e do papai, mas depois que eu aprendi a cuidar de calopsitas ela gostou mais de mim e do papai. Eu a amava demais, era a minha melhor amiga e ela me amava, demonstrava isso com a cabeça, com os pés, com as asas...
Li um livro chamado O Que Ele Viu na Grécia e recomendo. Ele conta a história de um cego chamado Daxos que morava na Grécia. Eles acreditam que Daxos nasceu cego porque os deuses o amaldiçoaram e por isso ele sofre de discriminação. Daxos não tem mãe porque ela morreu no parto dele, então o pai lhe dedica muito carinho, tentando suprir a ausência dela. Daxos é apaixonado por uma moça chamada Heleia e tenta pedir ela em namoro, mas antes dele pedir, ela contou sobre a amiga dela que conheceu um homem que falou para ela sobre um Deus diferente de todos os deuses que eles conheciam, um Deus de amor, que nunca fica bravo. Esse livro foi meu pai que escreveu. Faz parte da coleção que eu falei na resenha do livro Tesouro no Egito.


Li um livro chamado Tesouro no Egito e recomendo. Ele fala sobre Kátia e Roberto que são um casal de arqueólogos e Mariana e Carlos que são os filhos do casal. Esse casal se conheceu no Egito e então quiseram levar os filhos para o Egito, pra conhecer os lugares turísticos (pirâmides, museu do Cairo, esfinges...), mas encontram um “mapa do tesouro” e a simples férias vira uma aventura que eles não esperavam. Eu gostei do livro, pois contém informações sobre o Egito e ao mesmo tempo aventura. O autor é o meu pai que também escreveu: Descoberta na América, Liberdade em Babilônia, Conspiração na Pérsia, O que Ele Viu na Grécia, Vida Nova em Roma, que são uma coleção (Tesouro no Egito também).



Li um livro do Denis Cruz e recomendo. Ele se chama Alex e os Índios Terenas. Alex vai passar as férias com o pai na fazenda deles e lá eles percebem que a fauna e a flora estão morrendo. E Alex e seus amigos que conhece (Nzopune e Tempurá) com a ajuda de Teti, Hiya’iti e Deus conseguem descobrir a causa e salvar a fazenda.
Ana Paula era uma menina de nove anos que tinha uma irmã chamada Pâmela de 15 anos. A família delas morava em uma casa branca com grafiato e fachada de pedra que no bairro era conhecida como casa grande (por ser a maior casa da rua e do bairro). Ana Paula tinha cabelos lisos, até a cintura e castanhos, pele clara e olhos verdes. Pâmela tinha cabelos até o queixo, lisos e quase loiros, pele clara e olhos castanhos. Na escola Ana Paula aprendia que Deus não existe e que o mundo surgiu de uma explosão. Os pais dela ensinavam a mesma coisa. Ana Paula não gostava muito dessa teoria, ela pensava: “Eu não queria ter vindo do macaco, é esquisito e pra onde eu vou e o que eu faço aqui?”
Eliseu viu Elias ao Céu subir,
Recebi do meu avô Zulmar um vídeo documentário sobre a natureza e a biodiversidade de Santa Catarina, o estado onde meus pais nasceram. A parte que mais gostei foi sobre as baleias francas.
É você quem me dá proteção, é você quem me dá amor, quem me dá felicidade, quem é tão amorosa, quem é muito especial. Você faz minha comida, lava minha roupa e minha louça. Por isso, hoje eu quero enfim te dizer: Obrigada, te amo, te adoro, minha mamãe, linda, querida, estrela da minha vida. Você é a minha flor mais bonita do meu jardim imaginário. A luz que me ensina a viver, que me ajuda bastante e que me guia por esta vida é você. Você é tão carinhosa, tão amorosa, obrigada por tudo.
A senhorita Elly tinha um lindo jardim, cheio de florzinhas, e essas florzinhas tinham nome, eram: Keller, Nina, Quika, Lena, Keny, Beny, Lola,Leia e elas dançavam e cantavam enquanto Elly de 7 anos colhia os ovos em um galinheiro perto do jardim, estendia a roupa da família no varal, lia um livro embaixo de uma árvore, treinava passos de balé, desenhava, pegava leite da vaca, etc. Como as flores dançavam de um lado para o outro (da esquerda para a direita) era fácil de elas esbarrarem uma na outra, mas como elas eram cuidadosas não esbarravam, exceto Beny, uma florzinha desastrada, as florzinhas que ficavam ao seu lado eram Keny e Lola, quando Beny esbarrava em Lola, Lola esbarrava em Leia a flor ao seu lado e as três se perdiam na dança e quando Beny esbarrava em Keny, tinha uma florzinha, Keller, que imitava tudo o que Keny fazia, então Keller esbarrava em Nina, mas Nina era uma flor firme e forte e não esbarrou na Quika a flor que estava ao lado dela, e o trio de Nina, Quika e Lena continuava cantando e o quinteto se perdia na música. Mas tinha uma palavra mágica que acho que você sabe qual é, é “me desculpe”, só que lá era mágica de verdade, se alguém dizia desculpa a música parava e depois das pazes a música continuava, só que as florzinhas tinhas vergonha de pedir desculpas, exceto Quika e Lena, mas como Nina era firme e forte não esbarrava em Quika para Quika esbarrar em Lena, então elas não tinham motivos para pedir desculpas.
No começo não existia nada, só Deus. A Terra era sem forma e vazia, mas Deus disse: “haja luz”. No 2º dia da criação Deus fez o ar que nós respiramos, Ele também fez o céu.