sexta-feira, 1 de outubro de 2010

É só uma mentirinha...


A história de hoje conta de uma menina chamada Kiria. Ela tinha seis anos. Kiria tinha muitos irmãos: Kaila de dez anos, Kailane de oito anos, Karlos de sete anos, Klaudio de nove anos e os gêmeos Kaissa e Kaléu, de onze anos. Um domingo à tarde Kailane, Karlos e Kiria estavam brincando e Kiria estava com a roupa nova que iria usar para ir a uma festa de aniversário, só que para usar aquela roupa ela insistiu com a mãe dela até que a mãe disse:

– Ta bom, mas se você sujar você vai ficar de castigo.

Mas ela tinha esquecido ou ignorado o que a mãe disse, e foi brincar em qualquer lugar: no barro, na terra, na areia e aí ela estava brincando com os irmãos perto da cerca de arame farpado e do outro lado da cerca tinha uma poça de lama. De repente Paulo gritou:

– Kiria!

Eles estavam brincando de pega-pega e estava com o Paulo, Kiria estava correndo de costas e então tropeçou e caiu pro outro lado da cerca. Como o vestido era comprido (até a canela) ela não se machucou. Então Kailane disse:

– Você está bem?

E logo após ela exclamou:

– Kiria o seu vestido rasgou e está todo sujo!

– Ah não! Vou falar pra mamãe que a Gabriela veio aqui e me empurrou na lama – disse Kiria e respondeu Kailane:

– Mas nós aprendemos na escola que não se pode mentir!

Kiria voltou a dizer:

– É só uma mentirinha.

Mas Paulo falou:

– Uma mentira puxa a outra.

Disse Kiria:

– Essa não vai puxar.

– Se puxar eu e o Paulo contamos pra mamãe – ameaçou Kailane.

A sua mãe disse que estava tudo bem, mas que ia usar a mesada de Kiria pra pagar o vestido porque era alugado.

Outro dia Kiria estava com suas amigas na escola: Elaine e Sara estavam juntas e Sara estava com um saquinho com seis balas dentro. E Sara ia dividir com a família, mas Kiria queria aquele chiclete e ela tentava se segurar mas não conseguia e aí de repente Kiria ficou quieta e colocou a mão no bolso de Sara e suas mãozinhas pegaram um chiclete. Elaine viu, mas não disse nada. Depois que Sara saiu Elaine avisou:

– Kiria, a Sara vai perceber, ela estava com os chicletes contados.

Kiria solucionou:

– É só eu falar que eu não vi nada.

Elaine fez uma cara que aceitou só que não achou muito boa a história.

Outro dia Kaissa estava ajudando Kiria a fazer tarefa e Kaléu estava do lado. Kiria tinha levado um copo de suco. Kaléu saiu pra ir ao banheiro e Kiria foi pegar sua borracha e “splesh”, ela esticou a mão e esbarrou no copo de suco e caiu no livro do Kaléu.

Kaissa exclamou:

– Kiria, agora Kaléu vai brigar com você!

– Não se preocupe eu vou dizer que quando ele ligou o ventilador o meu lápis voou e aí bateu no copo de suco e o copo caiu!

– Kiria, eu não acho uma boa ideia... Não podemos mentir... E...

– Ai, pode sim.

Kiria fez uma carinha que deu um dó e aí Kaissa permitiu:

– Ta, mas eu não quero ver e ouvir você mentir de novo, ouviu mocinha?

– Sim.

Kaléu ficou triste, mas a mãe deles comprou um livro novo e ele copiou tudo o que conseguiu.

Outro dia ela estava vendo os carrinhos de Klaudio e perguntou:

– Posso brincar com um de seus carrinhos?

– Se não sujar nem estragar.

– Ta bom, não vou.

Kiria foi brincar de carrinho no terreno ao lado da casa dela. Estava brincando na mureta de ir com o carrinho pra frente e pra trás, mas viu Lívia sua vizinha brincando na calçada da sua casa com a boneca que fala sete frases. Ela largou o carrinho e foi lá, mas quando ela largou o carrinho caiu e sujou todo de lama e quando ela voltou pra casa Kiria pisou em uma coisa dura e juntou o carrinho todo sujo e com uma roda quebrada. Kiria levou um susto, mas logo inventou uma história:

– A Elaine veio aqui e eu disse pra ela não sujar e nem quebrar o carrinho, só que aí eu fui ao banheiro e ela jogou o carrinho no chão.

Klaudio ficou triste e não deixou mais ela brincar com os carrinhos lá fora.

Outro dia Kiria estava conversando com Kaila. Kaila perguntou:

– É verdade que você mentiu pra mamãe?

– Sim, mas não conta pra ela.

– É verdade que você mentiu pra Sara?

– Sim, mas não conta pra ela.

– É verdade que você mentiu pro Kaléu?

– Sim, mas não conta pra ele.

– É verdade que você mentiu pro Klaudio?

– Sim, mas não conta pra ele.

– Kiria, quantos “não conta pra ele ou ela” você vai dizer? Quantas mentiras? Isso é errado. Está escrito em Êxodo 20:16: “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo” é um dos mandamentos de Deus, quem conhece eles mas não os segue não vai pro céu e você conhece.

Kiria ficou um pouco pensativa e exclamou:

– Eu vou contar a verdade e pedir desculpas para Jesus e para quem eu menti.

Assim Kiria contou a verdade para todos que havia mentido e pediu perdão para Jesus.

Giovanna Borges

sábado, 25 de setembro de 2010

Eliseu

Eliseu viu Elias ao Céu subir,
Mas, enquanto Elias subia,
Deixou sua capa cair.

Eliseu a capa no rio Jordão jogou
E em caminho seco o rio atravessou.

Uma vez, Eliseu uma viúva ajudou,
Seu azeite multiplicou
E as dívidas ela pagou.

Eliseu falou pra Naamã
Que tinha que no rio Jordão mergulhar;
Eram apenas sete vezes para se curar.

Um jovem deixou o machado no rio Jordão afundar;
Eliseu jogou um pau e o machado passou a boiar.

Giovanna Borges

domingo, 30 de maio de 2010

Baleia franca

Recebi do meu avô Zulmar um vídeo documentário sobre a natureza e a biodiversidade de Santa Catarina, o estado onde meus pais nasceram. A parte que mais gostei foi sobre as baleias francas.

Antigamente as baleias francas (a segunda espécie mais ameaçada do planeta) iam se refugiar nos mares de Santa Catarina, mas ao invés disso elas se encontravam com a fúria dos caçadores. Não eram só pescadores artesanais que caçavam as baleias, mas também as frotas baleeiras americanas, francesas e japonesas.

As baleias francas possuem 40 centímetros de gordura debaixo da pele e essa gordura era usada para acender lampiões e para construções. Um exemplo dessas construções é o farol de Santa Marta, construído em 1891 em Laguna. É a maior construção feita com óleo de baleia em todo o mundo.

A baleia franca tem esse nome dado pelos pescadores porque é muito fácil de pescá-la, se ela não estiver com o filhote.

Mas poucos anos atrás criaram um projeto e não se pode mais pescar as baleias francas. Os pescadores que antigamente pescavam as baleias francas lembram com orgulho de terem pescado essas baleias. Em outros lugares ainda pescam as baleias, então para terem seus filhotes elas vão para os mares do sul de Santa Catarina, de Florianópolis até o Balneário Rincão e ficam nessa área de junho a novembro.

domingo, 9 de maio de 2010

Querida mamãe

É você quem me dá proteção, é você quem me dá amor, quem me dá felicidade, quem é tão amorosa, quem é muito especial. Você faz minha comida, lava minha roupa e minha louça. Por isso, hoje eu quero enfim te dizer: Obrigada, te amo, te adoro, minha mamãe, linda, querida, estrela da minha vida. Você é a minha flor mais bonita do meu jardim imaginário. A luz que me ensina a viver, que me ajuda bastante e que me guia por esta vida é você. Você é tão carinhosa, tão amorosa, obrigada por tudo.

Que Deus te abençoe, minha melhor amiga. Abraços e beijos gostosos que você me dá, hoje eu vou te abraçar, beijar e cantar pra você.

Mamãe, eu gosto quando sentamos na cama, você me abraça e aí conversamos, ou lemos um livro. Não gosto quando estamos brincando e você fala pra guardar os brinquedos, mas sei que é a coisa certa então tenho que fazer.

Pra terminar essa carta, quero dizer: Muito obrigada minha mãe, meu tesouro.

Feliz Dia das Mães.

De sua filha que te ama.

Giovanna

domingo, 18 de abril de 2010

As florzinhas

A senhorita Elly tinha um lindo jardim, cheio de florzinhas, e essas florzinhas tinham nome, eram: Keller, Nina, Quika, Lena, Keny, Beny, Lola,Leia e elas dançavam e cantavam enquanto Elly de 7 anos colhia os ovos em um galinheiro perto do jardim, estendia a roupa da família no varal, lia um livro embaixo de uma árvore, treinava passos de balé, desenhava, pegava leite da vaca, etc. Como as flores dançavam de um lado para o outro (da esquerda para a direita) era fácil de elas esbarrarem uma na outra, mas como elas eram cuidadosas não esbarravam, exceto Beny, uma florzinha desastrada, as florzinhas que ficavam ao seu lado eram Keny e Lola, quando Beny esbarrava em Lola, Lola esbarrava em Leia a flor ao seu lado e as três se perdiam na dança e quando Beny esbarrava em Keny, tinha uma florzinha, Keller, que imitava tudo o que Keny fazia, então Keller esbarrava em Nina, mas Nina era uma flor firme e forte e não esbarrou na Quika a flor que estava ao lado dela, e o trio de Nina, Quika e Lena continuava cantando e o quinteto se perdia na música. Mas tinha uma palavra mágica que acho que você sabe qual é, é “me desculpe”, só que lá era mágica de verdade, se alguém dizia desculpa a música parava e depois das pazes a música continuava, só que as florzinhas tinhas vergonha de pedir desculpas, exceto Quika e Lena, mas como Nina era firme e forte não esbarrava em Quika para Quika esbarrar em Lena, então elas não tinham motivos para pedir desculpas.

Um belo dia as flores estavam tristes de cabeça abaixada e cantando: “Nossa amiga está com praga alguém precisa nos ajudar.” Elly ouvindo isso correu para tratar da flor e quem estava com praga era a Nina a flor firme e forte. Elly correu chamou seu pai e seu pai pegou veneno para passar na Nina.

Como sempre, Beny esbarrava em Keny ou Lola, mas dessa vez esbarrou em Keny e Keller esbarrou em Nina a flor firme e forte, só que como Nina estava com praga, estava fraca e esbarrou em Quika e Quika esbarrou em Lena. Quika ergueu a cabeça, olhou pra Lena e disse:

– Me desculpe.

Lena também ergueu a cabeça, olhou pra Quika enquanto todas as flores tinham feito silêncio desde a fala de Quika, continuando Lena olhou pra Quika e disse:

– Tudo bem.

As flores estavam em silêncio não se ouvia um piu, nem sequer uma nota musical, tanto silêncio que se ouvia as árvores crescendo ao redor dela. De repente Lena disse:

– De hoje em diante se a gente esbarrar em outra flor vamos pedir desculpas e a outra flor deve perdoar.

Quando Elly voltou para ver as flores ela teve uma surpresa! As flores estavam com um grande sorriso chegando nas bochechas e cantavam: “Somos felizes porque pedimos desculpas!” E ainda fizeram uma coisa especial, Leia, Lola, Beny e Keny cantavam: “Somos felizes porque pedimos desculpas!” Lena, Quika, Nina e Keller cantavam “u, u, u, somos, somos, a, a, a, a”. E continuando, Elly estava boquiaberta, quando a música cessou e Lena começou a contar o que tinha acontecido, mas quando estava quase na metade Lola interrompeu e continuou, falou duas ou três frases e Quika continuou. Beny que já sabia de cor a canção, cantou para que Elly aprendesse.

Elly ficou maravilhada, ela não tinha o hábito de pedir desculpas, mas agora suas próprias plantas pediam desculpas. Elly então disse:

– Muito obrigada Leia, Lola, Beny, Keny, Lena, Quika, Nina e Keller, vocês todas me ensinaram uma grande lição.

Beny olhou pra Elly com os olhos brilhando e disse:

– Além de te ensinar, hoje nós também aprendemos uma grande lição para lembrarmos pra sempre.

Elly sorriu, saiu correndo para pegar um lápis, um apontador, uma borracha e uma folha de sulfite. Ela voltou para o jardim e pediu para que as flores cantassem a música novamente, e Elly anotou para praticar a música e a decorou. Toda vez que ela ia lá cantava com as flores:

– Somos felizes porque pedimos desculpas.

Nós também podemos “esbarrar” nas pessoas, mas temos que pedir desculpas.

Tchau, tchau.

sexta-feira, 12 de março de 2010

A criação

No começo não existia nada, só Deus. A Terra era sem forma e vazia, mas Deus disse: “haja luz”. No 2º dia da criação Deus fez o ar que nós respiramos, Ele também fez o céu.

No 3º dia Deus separou as águas da terra seca, mas viu que a terra estava feia, então cobriu a terra com um grande tapete de grama. Ele colocou flores, árvores, as laranjas, as bananas, as goiabas, as maçãs, as melancias, as tangerinas, os morangos e os mamões gostosos.

Uhh! O que está chegando? É!!! No 4º dia vem o Sol pra iluminar e aquecer o dia, e a Lua para iluminar a noite, junto com ela as estrelas. No 5º dia um barulho novo ia se ouvir, um barulho novo no céu, asas, e um splach! Eram os peixes e as aves.

6º dia. É hora da obra-prima da criação, o homem. Deus fez um boneco de barro, então Ele soprou no nariz de Adão e ele começou a viver. E Deus disse: “Adão, você vai dar nome aos animais.” E Adão disse: “Aquele é o tigre, e aquele é o pardal, aquela é a zebra e aquele... olha aquele ali! É o golfinho.” Só que aí ele viu que todos os animais tinham companheiras e ele não tinha. Então Deus dez ele dormir e pegou uma de suas costelas e criou Eva, uma linda mulher.

No 7º dia Deus foi a Terra pra ficar com Adão e Eva, por isso no sábado a gente tem que fazer coisas que Deus possa ficar com a gente. E continuando, Deus foi lá e Ele deu a Eva uma suculenta laranja e a Adão um lindo e roxo cacho de uvas. Depois se sentaram para conversar. Adão deu um lindo gerânio a Eva, e Eva colocou a flor no cabelo. Adão contou que nadou com o golfinho e Eva disse que tentou andar como gato. Deus riu e disse: “Foi divertido. E agora vamos nos divertir muito também.” E foi muito gostoso esse dia.

quinta-feira, 11 de março de 2010

O chinelo perdido

Estávamos de férias, na Praia do Rincão, em Santa Catarina, onde meus pais têm uma casa de verão. Minha filha mais velha, a Giovanna, precisava de um par de chinelos novos e encontramos um bem bonitinho, de silicone, amarelo. Ela saiu da loja toda faceira com os chinelos novos. Depois fomos tomar banho de mar. Enquanto fui dar um mergulho, minhas filhas ficaram na beirada, brincando com as ondas que iam e vinham. Quando me preparava para voltar para o local em que elas estavam, vi que a Gi estava chorando. Havia perdido um dos chinelos por ter desobedecido a mãe e entrado na água com eles. Fiquei com pena da minha menina e orei a Deus: “Senhor, sei que vai ser bem difícil no meio de toda esta água agitada e turva, mas me ajuda a encontrar o chinelo da minha filhinha.” [Leia mais]

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Bom dia, boa tarde, boa noite

Bom dia, boa tarde, boa noite são expressões que Aline de catorze anos não usava. Ela tinha um irmão de nove anos que era André e uma irmã de seis anos que era Estela. Aline vendia objetos de biscuit. Um belo dia lá foi ela vender objetos de biscuit:

– Quer comprar um bonequinho de biscuit? É só R$ 5,70, está na promoção.

Só que as pessoas nem paravam pra comprar, só uma ou duas paravam para comprar. Chegou em casa e André disse:

– Chegou! Aline, sobrou? Estela queria um para o quarto dela.

Antes que Aline respondesse Estela disse:

– Aline, quantos objetos de biscuit você vendeu hoje?

Aline respondeu:

– André, sobrou um monte para o quarto da Estela, e Estela, infelizmente só vendi dois objetos de biscuit.

A mamãe ouviu a conversa e veio dizendo:

– Aline o que você disse?

Aline respondeu:

– Eu disse que sobrou um monte de objetos de biscuit para o quarto da Estela.

Mamãe falou:

– Não, não, depois, quando a Estela perguntou quantos você vendeu.

Aline respondeu:

– Eu disse que vendi dois objetos de biscuit.

Mamãe disse para Aline enquanto a abraçava:

– Aline, tem duas palavras que você esqueceu de falar.

Aline perguntou:

– Mamãe, do que eu me esqueci? Falei assim: Quer comprar um bonequinho de biscuit? É só R$ 5,70, está na promoção, e aí?

A mãe sorriu e disse:

– Rs, rs, rs, filha, você está esquecendo de duas palavras, só que vou deixar que você descubra.

Aline observava o que os vendedores falavam, mas ela não notava o bom dia. Por um mês Aline, André e Estela ficavam observando os comerciais da televisão, em algumas lojas que tem um homem ou mulher anunciado no microfone, os vendedores de jornal e principalmente os ou as vendedores(a) de biscuit. Aline, André e Estela no fim do mês eles disseram uns para os outros:

– Já chega! Usamos bastante o nosso ouvido e a nossa mente, agora chegamos a conclusão de que Aline não esqueceu de nem uma palavra.

E no outro dia lá foi Aline:

– Quer comprar uma bonequinha de biscuit? É só R$ 5,70, está na promoção.

Um rapaz chegou para ela e perguntou:

– O que foi que você disse?

Aline respondeu:

– Eu disse: quer comprar uma bonequinha de biscuit? É só R $5,70, está na promoção.

O rapaz mais velho que ela disse:

– Você está esquecendo de duas palavras.

Aline disse:

- É isso que mamãe dizia.

Ele disse:

– Sabe que palavras são?

Aline respondeu:

¬– Gostaria de saber.

O rapaz continuou:

– Bom dia!

Aline disse:

– Obrigada.

E correu pra casa. Chegando lá a mãe disse:

– Quantos você vendeu?

Aline respondeu:

– Três, só que vou melhorar de hoje em diante porque aprendi as palavras que faltavam!

As crianças se amontoaram pra ouvir e ver:

– Bom dia!!!!!

Então dali em diante Aline vendia 10, 20, 25 e muito mais. Assim como Aline aprendeu a falar bom dia, espero que você também aprenda, só que não precisa ser da mesma maneira que Aline.

Tchau, tchau.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Por favor

Por favor é uma expressão que Roberto de 8 anos não usava. Um dia ele disse pro irmão chamado Robert de 3 anos:
– Robert eu quero que você pegue um copo de água agora.
E o irmão disse:
– Palavrinha mágica.
– Não, sem palavrinha mágica, que eu não sei, eu só quero o meu copo de água agora.
E o irmãozinho pobrezinho ia lá e buscava. Outro dia Roberto disse na mesa de refeições:
– Eu quero feijoada e não macarrão e eu quero feijoada agora.
Mamãe chegou bem pertinho dele e disse:
– Não seja grosseiro e você está esquecendo de uma palavrinha muito especial, chamam de palavra mágica, pode me dizer qual é?
– Ai, ai, por favor! – disse Roberto batendo as mãos na mesa.
– Roberto! você está sendo um menino muito mal educado – disse papai.
– Você não merece feijoada, não disse por fa... – disse a mamãe, só que foi interrompida por Roberto:
– Eu disse por favor.
Continuou mamãe:
– Você disse, só que grosseiro e foi obrigado.
Roberto olhou para o Robert e disse:
– Robert pegue feijoada pra mim.
Robert abraçou a mãe e:
– Buuaaaaaa, buuaaaa, mãe o Roberto foi grosseiro comigo, buuaaaaa.
A mãe disse:
– Roberto peça desculpas para seu irmão, termine de comer seu macarrão e vá pro quarto.
– E esqueceu da tal palavra mágica – disse Roberto com a mão na cintura, todo, todo.
– E eu estou mandando não pedindo, porque eu sou sua mãe!
Um dia ele estava brincando com seus amiguinhos e a mamãe chegou na sala que eles estavam brincando e Roberto disse:
– Mamãe traga um suco pra nós.
– E a palavrinha mágica? – disse mamãe.
– É, é qu, qu, qu, qual é? – disse Roberto com vergonha de seus amigos.
– Eu já te disse essa palavra, por favor – disse mamãe enquanto esperava o filho dizer por favor.
– Mamãe, é palavra mágica pra lá e pra cá, eu já enjoei dessa tal de palavra mágica – disse Roberto.
– Ah, é, e eu já estou enjoada de falar pra você dizer por favor que é a palavra mágica – disse mamãe.
– Ah, ta bom não pode ser porfavorinho – disse Roberto.
– Que palavra é essa? – perguntou mamãe.
– É o diminutivo de por favor – disse Roberto enquanto ria.
– Rá, rá, rá, pode ser.
E a partir daí, Roberto falava porfavorinho (diminutivo de por favor). Outro dia Roberto disse pro irmão:
– Robert pegue o meu carrinho porfavorinho.
Enquanto Robert buscava papai se sentou junto com Roberto e disse:
– Que tal se agora você deixasse de falar essa tal de palavra diminutivo de por favor, agora você já está maior.
Roberto ficou calado por um tempo pensando e respondeu:
– É que já me acostumei á falar porfavorinho, só que vou tentar falar por favor.
E a partir daquele dia Roberto aprendeu a falar por favor. Roberto aprendeu a dizer por favor, você diz por favor? Se não diz faça igual Roberto, aprenda a falar por favor.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Pintando as cores da cortesia

Este mês nós vamos fazer o mês: pintando as cores da cortesia, a cada semana o tema vai ser uma palavra que tem a ver com a cortesia.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Ano Novo

No ano novo Sarah de 8 anos, o papai, a mamãe e a sua irmãzinha Rebeca de 3 aninhos gostavam de ir a praia para ver os fogos, só que dessa vez a mamãe disse: “Vamos fazer diferente. Enquanto estava fazendo a minha caminhada passei perto de uma favela e vi uma moça que disse que mora sozinha com o filho e enquanto ela dizia, eu olhava pro rosto dela, triste. Vamos levar esperança praquela moça, levar o amor de Deus!” O papai olhou pra mamãe e disse: “Porque o amor de Deus nunca se acaba, tem mais do que o suficiente para dar.”

No dia seguinte Rebeca terminou de comer o desjejum, pegou um pano molhou de água e disse: “Mamãe, a gente vai na casa da moça na favela? Eu vou ajudar limpando os móveis com esse paninho molhado.” “Ra, ra, ra, ela com certeza tem os móveis limpos, Rebeca”, disse Sarah. “Aam! Buuuaaaaaaaaaaaa! Buuuaaaaaaaaaa! buuuaaaaaaaaaa! Ela tem!” “Calma querida, eu sei que você queria fazer algo, só você, você pode pegar uma história da Bíblia e encenar com as suas bonecas”, disse mamãe. “Ta bom, eu vou contar a história de Ester e vou usar a Lola para ser a Ester, o Gugu para ser o rei, vou usar o Tião para o tio Mardoqueu, a Fofinha, Moranguinho, Lili, Emilia e Lala para serem as que foram junto com a Ester para o castelo, e a Bilu para ser a rainha Vasti, e o Lolurno para ser o Haman e... e é só né?”

“Precisa dar tanta informação assim? Eu vou ler uma frase que rima: ‘Nunca desista está na minha lista’”, disse Sarah. “Já que não fizemos o mutirão de Natal, vamos fazer mutirão de Ano Novo”, disse papai enquanto pegava alguns alimentos. “Isso quer dizer que vamos levar comida? Empresta um pouco para o banquete da Ester?”, disse Rebeca enquanto pegava as bonecas que ela tinha dito. “Ah, queridinha filhinha podemos te dar um pouquinho sim, só que não do mutirão.”

No dia todos estavam prontos para ir e mamãe foi logo dizendo: “Vamos indo, quero que vocês mostrem educação.” Quando chegou lá mamãe apresentou sua família e disse: “Vamos ensinar uma música pra vocês: ‘Deus é tão bom, Deus é tão bom, Deus é tão bom, ele é bom pra mim.’ Fácil? Acha que consegue cantar?” “Acho que... vou tentar”, disse a moça.

Eles cantaram e chegou a vez de Rebeca apresentar a história de Ester : “Filhinha, é hora de você apresentar sua história.” Rebeca juntou as suas bonecas, só que quando olhou pras pessoas que estavam ali olhando pra ela, ela saiu do meio de suas bonecas abraçou a mãe e cochichou no ouvido dela: “Mamãe, estou com vergonha.” A mãe sorriu pra ela, e cochichou também: “Quer eu te ajude?” “Como?”, perguntou Rebeca. “Eu posso ficar bem pertinho de você e faço o rei e o Mardoqueu”, respondeu mamãe. “Ta bom, uma das candidatas também.” Rebeca se colocou entre as bonecas junto a mamãe e as duas apresentaram a história de Ester.

Logo depois delas apresentarem o papai disse: “Agora a Sarah, minha filha mais velha vai ler uma frase que rima.” Sarah se levantou olhou pra mãe e leu: “Nunca desista está na minha lista.” Então o papai leu alguns versículos da Bíblia e disse: “Vamos cantar outra musica? ‘Na Bíblia posso ler Deus é amor, na Bíblia posso ler, Deus é amor’.”

Depois o papai e a mamãe apertaram a mão da moça e ela disse: “Vocês podem voltar aqui mais vezes?” “É claro”, disse a mamãe.

No outro dia Sarah inventou outro verso que rimava, Rebeca escolheu outra história da Bíblia pra encenar, papai pegou outros versículos da Bíblia pra ler e mamãe escolheu com as meninas roupas e brinquedos que iriam doar. Na outra semana estavam prontos de novo para ir. Cada semana, todo mundo da família preparava alguma coisa nova para alegrar e dar esperança praquela moça e seu filho.

Chegou o dia de convidar eles para ir a igreja. Eles gostaram e frequentaram depois de tempo, e até depois se batizaram. Então chegou o outro Ano Novo e a família de Sarah, Rebeca, mamãe e papai convidaram a moça e seu filho para irem ver os fogos na praia junto com eles, e lá eles cantaram canções que falavam sobre Deus, e assim termina a história do Ano Novo.

Tchau, tchau. E feliz 2010!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Poesia sobre o Natal

Natal, Natal no Natal vou comer torta com sal.

No Natal é muito bom pra gente, pois a gente ganha presente.

Mas não se esqueça que o mais importante não é presente, é o nascimento de Jesus entre a gente.

Ai, ai, Natal é demais, tem gente que até ganha animais.

O Natal é assim, não se esqueça do presente que Deus deu pra mim.

Deu também pra você, você quer ver? É o nascimento de Jesus que nos mostra a sua luz, e por isso devemos lembrar do nascimento e amor de Deus, que nos fez para o seu louvor: "Jesus eu vou me lembrar do seu amor."

domingo, 29 de novembro de 2009

Meu certificado de astronomia


No começo do ano eu fiz uma prova de astronomia, foi de manhã, lá na escola adventista. Na prova de astronomia também falava de energia elétrica. Foi bem legal. Eu gosto de astronomia porque isso nos lembra da grandiosidade de Deus, as galáxias, as milhares de estrelas, os planetas, todos eles mostram que Deus é grande e poderoso. Milhares de coisas mostram que Deus é grande e uma delas é a astronomia. Galileu Galilei e Nicolau Copérnico foram os primeiros astrônomos. Galileu aperfeiçoou o telescópio para poder ver os planetas e foi ele quem descobriu as luas de Júpiter. Só que antes de tudo isso acontecer os planetas, estrelas, galáxias... já estavam lá e Deus que colocou eles lá, e foi Deus que fez esses astrônomos viverem para que pesquisassem tudo isso que Ele fez.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Não desista

“Não adianta, não vou conseguir!” disse Carol de 4 anos: “Você estava indo bem, só porque você errou uma letrinha não quer dizer que você não conseguiu” respondeu a mãe dela: “não mamãe eu nunca vou conseguir fazer essa tarefa.” Então a irmã dela que se chama Julia de 9 anos disse: “Carol você é uma menina muito inteligente com certeza, vai descobrir qual é a letra certa.” “Esta bem”. Só que quando Carol chegou na escola ela tinha que fazer o número 5: “Não, eu nunca vou conseguir, é muito difícil e eu erro toda vez.” Então a professora dela disse: “Calma, todo mundo erra, eu erro, sua mãe e seu pai já erraram e ainda erram, você vai conseguir, porque quem tenta, pode demorar, só que consegue.” “Não! Eu posso tentar mil vezes, mas não consigo! E você nunca errou.” E a professora disse: “Isso não é verdade você sempre foi uma garota inteligente, só precisa aprender a não desistir.” “Está bem eu tento de novo”, disse Carol.

Só que não era só de escrever que ela queria desistir: “Eu nunca vou conseguir amarrar o cadarço!” Então a mãe dela disse: “Quando eu era pequena eu também não conseguia, eu observava os adultos e ia tentando até que eu consegui.” “Então eu quero ver você amarrar o cadarço outra vez”, disse Carol. “Está bem”, a mamãe falou. “Eu quero desenhar, mas nunca vou conseguir!” Carol disse. “Você só errou um risquinho é só apagar e você faz de novo certinho”, disse a irmã dela. “Não! Eu não sei e nunca vou conseguir!” “Se acalma, que você consegue, sua irmã errava mais do que isso e falava: deixa, eu apago e tento fazer de novo, e ela fazia, errava diversas vezes, até acertar. Sabia que o erro é um ótimo professor? Ele ensina a gente a fazer as coisas”, disse a mãe dela. “Por que você não me disse isso antes? Agora que eu sei, quando errar vou me lembrar que o erro ensina a gente a fazer as coisas”.

Então a partir daquele dia em diante, antes de falar: “eu nunca vou conseguir”, ela se lembrava que o erro ensina a gente a fazer as coisas.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

O menino que se afogou no lixo

Oi, vou contar a história de um menino chamado Lucas que se afogou no lixo, não só no lixo, nas roupas também. Lucas sempre convidava os amigos para ir a sua casa e sempre que eles iam Lucas levava alguma comida para o quarto dele e brincava com os amigos de vídeo game e quando chegava da escola jogava o uniforme no chão. Um dia quando a mãe e o pai foram trabalhar e Lucas estava com a faxineira, ele se afogou e a faxineira foi até o quarto dele mas quando chegou lá ela falou: “Abra a porta Lucas”. Ela não ouviu nada, então ela tentou abrir a porta só que não conseguiu. Ela ligou para a polícia, para ambulância e para os bombeiros. Quando todos a chegaram estava ligando para os pais dele. Os pais dele também chegaram e os bombeiros tinham entrado pela janela. Eram pilhas de lixo que trancavam a porta e o Lucas estava no meio do lixo. A polícia conseguiu abrir uma fresta da porta e viu o braço de Lucas. A polícia e a ambulância com muito esforço abriram a porta e conseguiram tirar Lucas de lá. Lucas com ajuda tirou o lixo e a mãe e a faxineira lavaram os uniformes pouco a pouco. Assim o pequeno Lucas aprendeu uma lição.

(Adaptado de uma história que ouvi na escola).

terça-feira, 8 de setembro de 2009

O grupo


Oi, hoje eu vou contar uma história chamada “o grupo” e nesse grupo tinha membros e os membros eram Daniele, Nicole, Julia e a chefe Estefani. Nesse grupo eles cantavam, faziam brincadeiras... Era muito legal. Um dia Julia de sete aos viu uma menininha olhando para o grupo (o nome dela era Caroline). E o dia se passou e dessa vez foi a Daniele que viu a Caroline. E se passou mais um dia e Nicole viu Caroline e ninguém falou nada a respeito disso. Os dias foram passando Caroline sempre olhando e ninguém falava nada e a Estefani não sabia de nada. O que estava acontecendo era que Caroline era muito tímida e não tinha coragem de pedir para fazer parte do grupo. Um dia Estefani viu Caroline e pensou: “Será que essa menina quer fazer parte do grupo? Vou esperar para ver se amanhã ela vai estar aqui de novo.” E no outro dia Caroline estava ali de novo e Estefani perguntou: “Você quer fazer parte do grupo?” “Sim”. Disse ela. Então a partir daquele dia Caroline fez parte do grupo. Mas pensa que acabou a história? Não acabou não. Caroline foi tirando a timidez, só que quando Caroline foi tirando a timidez Caroline ficou chata. E Estefani que era a chefe do grupo não a expulsou do grupo. Ela ensinou Caroline a ser legal, com as músicas, com as histórias, e Caroline mudou de atitude.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Um dia fora de casa

Bernardo estava entusiasmado porque ele ia passar o dia na casa de um amigo chamado Gustavo, e depois dormir na casa desse amigo. E a irmã de Gustavo se chamava Lívia. Bernardo arrumou sua mala, se despediu de seus pais e foi para a casa de Gustavo. Chegando lá eles brincaram e brincaram. Quando chegou a noite, A mãe de Gustavo mostrou o quarto de visitas e Bernardo ficou no quarto de visitas, enquanto cada um ia para o seu quarto. Bernardo lembrou de seus pais e sentiu muita saudade, então ele orou: “querido Jesus abençoa que eu consiga dormir, e que eu possa parar de sentir saudades dos meus pais. Amém”. Em seguida Lívia de 5 anos, a irmã de Gustavo, foi até o quarto de Bernardo e disse: “oi Bernardo posso ficar com você? ” “pode, porque?” respondeu Bernardo. “é que eu não gosto de ficar sozinha no meu quarto e a mamãe não deixa eu ficar com ela e o Gustavo também”, disse Lívia. Então Lívia deitou em um colchão ao lado. Mas ela viu no meio da mala de Bernardo a Bíblia das crianças e ela perguntou: “o que é isso?” Bernardo respondeu: “é a Bíblia”. “você pode ler a Bíblia para mim?” perguntou Lívia. “claro que sim”, respondeu Bernardo. Então ele começou a ler e ler e ler. Leu 2h e meia. Só que não foi só isso, Gustavo ouviu Bernardo e foi no quarto dele também para ver o que estava acontecendo. Quando Gustavo chegou no quarto de Bernardo ele também começou a ouvir e Bernardo leu mais 3h (leu até 2h da manhã). Então a mãe de Gustavo e Lívia também foi no quarto de Bernardo e chamou Gustavo e Lívia para ir cada um para o seu quarto. E Bernardo foi feliz para a sua cama, pensando em seus pais, mas não triste e com saudades, ele estava feliz! Na hora de acordar, eles acordaram, comeram o café da manhã e adivinha, leram um pouco mais a Bíblia! A mãe de Bernardo chegou e Bernardo foi embora. Quando chegou em casa ele falou pra mãe que leu a Bíblia para eles. A mãe de Bernardo pegou o telefone e ligou para a mãe de Gustavo, oferecendo estudos bíblicos. A mãe de Gustavo aceitou e logo depois se batizou! Quando chegou na idade, Gustavo e Lívia também se batizaram. E assim termina mais uma história. Tchau.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

O poema da casa do sol

Oi hoje eu vou escrever um poema que eu mesma inventei, começa assim:

Na casa do sol
Tem um gira-sol.

O sol nunca erra
Está sempre aquecendo a Terra.

Quando é hora de acordar
Ele ta lá no sistema solar.

O sol vive feliz
Mas ele tem medo
De encostar no chafariz.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Margarete e suas reclamações

Oi, hoje eu vou contar a história de Margarete. Ela tem 8 anos e está na segunda série, terceiro ano. Margarete era um menina chata, orgulhosa, reclamava muito e era vacilante. As meninas que ela sempre estava junto eram: Roberta, Camily, Andréia e Ana Maria. Um dia ela estava só com a Andréia. Ela falou para as outras amigas: “hoje eu não vou ficar com vocês, porque a Andréia está mais bonita”. Então as duas foram de mãos dadas pra lá e para cá. Até que Ana Maria chegou de bota e não de uniforme. Quando ela viu ela falou pra Andréia: “agora solta minha mão que eu vou lá com a Ana Maria, porque ela está igual a mim toda bonitona, e então agora ela é o meu par perfeito”. Em outro dia Margarete veio de bota e meião, e no recreio ela foi num palco que estava sendo feito lá no pátio da escola. E ela gritou bem alto: “olha minha bota e meu meião.” Para piorar a situação, um dia ela viu uma aluna nova, que se chamava Suzi e Suzi tinha ido à escola de bota, meião, vestido, óculos escuros, pulseiras e colares.” Quando Margarete viu a Suzi ela deixou suas amigas, seu lanche e sem falar nada, só para ir ver Suzi. Agora Margarete era paralisada e não falava nada, ela só ficava olhando o tempo todo para a menina que era a Suzi. Margarete estava sempre de boca aberta também. Ela ficou um mês assim. Depois desse um mês que ela observava Suzi, e conheceu Suzi, ela voltou ao normal mas agora ela não estava junto com Roberta, Camily, Andréia e Ana Maria, ela estava com Suzi. E no tempo de observação de um mês, Suzi ensinou mais palavras de orgulho. E então as duas fizeram amizade. E agora Suzi e Margarete eram as duas chatas da escola. Margarete pediu a sua mãe para ir igual a Suzi de bota, meião, vestido, óculos escuros, pulseiras e colares, e a mãe deixou. No dia seguinte Suzi e Margarete, iguais e de mãos dadas desfilando: “Ai não encosta no meu vestido, ele é novo, eu não quero ficar com vocês, eu não quero aceitar um pouco do seu toddinho, nós somos mais bonitas do que você”, era isso que Margarete e Suzi iam dizendo para as ex-amigas. Um dia outra aluna nova chegou. O nome dela era Daniela. E Margarete nem ligou. Mas passou o tempo e ela começou a observar. Suzi ficou achando o jeito de Margarete esquisito. Margarete só disse para Suzi: “aquela, aquela menina é esquisita. Estou observando ela”. Suzi entendeu e começou a observar Daniela também (que era a menina que Margarete achou que ela era esquisita). Margarete não observou Daniela por muito tempo, só por uma semana. Depois dessa semana, Margarete voltou ao normal. Agora eu vou descrever como Daniela era, porque eu falei que Margarete achava que Daniela era esquisita. Ela tinha uma roupa simples, sapatos simples e era muito amiga. Para facilitar, ela era igual a menina da história: “vista um sorriso”. Voltando a história. Margarete fez a mesma coisa que fez com as outras amigas. Mas, um dia Daniela chegou até ela e disse: “posso falar com você e a Suzi?” “sim?” perguntou Margarete, para Suz: “si, si, sim”, disse Suzi. Então ela começou a cantar para elas (se você sabe cante alto): “tenho amigo que sempre está comigo, tenho um amigo que não vai me deixar, tenho um amigo com quem posso brincar, meu amigo se chama Jesus. Ele é meu melhor amigo só ele me traz alegria, ele está comigo jamais me deixará. Tenho um amigo que sempre está comigo, tenho um amigo que não vai me deixar, tenho um amigo com quem posso brincar, meu amigo se chama Jesus.” Daniela falou a respeito dessa música para elas. E cada dia tinha uma musiquinha pra Daniela cantar e falar a respeito. Por exemplo, a próxima será: “meu Deus é tão grande tão forte, poderoso, pois tudo Ele pode fazer. As montanhas são dele, os vales também, as estrelas e as flores também.” E assim Daniela fazia a mesma coisa todos os dias, até que Margarete e Suzi aprenderam a lição: ser orgulhosa não dá certo. E até a próxima história.

Tchau.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Vista um sorriso

Olá, hoje eu vou contar uma história que adaptei do DVD “Querubim”. Bem o nome da menina não fala na história, mas a gente vai inventar um nome pra ela. Pode ser Vanessa? Vou começar a contar. Vanessa tinha um casaco vermelho e ela era muito vaidosa. Como era a última moda ela adorou. Ela nunca o tirava. No verão ou no inverno ela estava com ele; na praia ou na neve também com ele estava. Sempre que passava no espelho ela já olhava. Toda vez que ela passava as meninas ficavam de olho nela. Até que um dia mudou a moda a moda era: “roupa de bolinhas”. Uma de suas amigas veio com essa nova moda e ninguém olhou pra ela. Vanessa ficou com muita raiva. Depois que a escola acabou Vanessa quebrou o cofrinho e foi no shopping comprou tudo de bolinha. No dia seguinte foi toda de bolinha mas outra amiga dela foi de chapéu pra escola e de novo ninguém notou nela. Ficou com raiva de novo. Depois que a escola acabou ficou com mais raiva ainda, porque o dinheiro do cofrinho acabou, ela teve que costurar. No dia seguinte Vanessa entrou na sala de aula. Viu uma de suas amigas de cabelo azul e a outra de mil puseras, a outra de bota e mais outra de brinco na moda e mais outra de gravata. Correu pra casa e pintou o cabelo de azul colocou mil pulseiras, cem gravatas e dois tipos de sapato e brincos na moda, também. Voltou pra escola. No recreio ela só queria se mostrar. Nem comeu seu lanche, só pra chamar a atenção. De repente Vanessa viu uma menina que ela achou esquisita, mas pra nós é normal, só que serviu de grande lição pra ela. Ela viu uma menina que ela achou esquisito. A primeira coisa que a menina fez foi inclinar a cabeça e fechar os olhos. E ela estava muito diferente do que as outras. O cabelo dela não estava pintado e nem usava brinco. O sapato dela era simples e ela sempre estava com um belo sorriso que não era fantasia. Vanessa foi conversar com ela. Elas fizeram amizade. A nova amiga falou de Deus para Vanessa. Agora Vanessa aprendeu uma lição, a lição é: “vista um sorriso”. Você sabia que o sorriso de criança alegra o dia de um adulto? E agora você vai andar com aquela cara feia, carrancuda? Espero que você tenha aprendido a lição que Vanessa aprendeu.

Tchau até a próxima história.